<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>OAB &#8211; Perottoni Advogados</title>
	<atom:link href="https://perottoniadvogados.com.br/tag/oab/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://perottoniadvogados.com.br</link>
	<description>Escritório de advocacia especializado em Direito Empresarial, Tributário, Civil, Previdenciário e Administrativo.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 15 Feb 2023 15:15:54 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://perottoniadvogados.com.br/wp-content/uploads/2020/08/cropped-Favicon-PA-32x32.png</url>
	<title>OAB &#8211; Perottoni Advogados</title>
	<link>https://perottoniadvogados.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Acordo sobre MP do Carf pode livrar contribuinte de pagar multas e juros</title>
		<link>https://perottoniadvogados.com.br/2023/02/15/acordo-sobre-mp-do-carf-pode-livrar-contribuinte-de-pagar-multas-e-juros/</link>
					<comments>https://perottoniadvogados.com.br/2023/02/15/acordo-sobre-mp-do-carf-pode-livrar-contribuinte-de-pagar-multas-e-juros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Perottoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2023 15:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CARF]]></category>
		<category><![CDATA[OAB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://perottoniadvogados.com.br/?p=985</guid>

					<description><![CDATA[Governo e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) fecharam acordo sobre o voto de qualidade &#8211; o desempate por um representante do Fisco nos julgamentos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Ficou acertado que se perder, o contribuinte poderá ficar livre de multas e juros. Teria que arcar só com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Governo e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) fecharam acordo sobre o voto de qualidade &#8211; o desempate por um representante do Fisco nos julgamentos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Ficou acertado que se perder, o contribuinte poderá ficar livre de multas e juros. Teria que arcar só com o valor da autuação</p>



<p>Advogados especializados na matéria dizem que. a dívida pode ser reduzida em até 70% com essas exclusões.</p>



<p>Para o governo, por outro lado, significa menos dinheiro no caixa. A Medida Provisória (MP) nº 1.160, de janeiro, que restabeleceu o voto de qualidade, era uma das apostas do Ministério da Fazenda para contornar o déficit fiscal previsto para este ano.</p>



<p>Com forte pressão de empresas e entidades de classe, porém, não havia certeza de que pararia de pé. Nem no Congresso, nem no Supremo Tribunal Federal (STF). A Corte tem poder de decisão sobre esse tema porque a OAB moveu uma ação tentando derrubar a nova norma.</p>



<p>Ontem, após oficializar o acordo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, não deu detalhes de quanto a União perderá ao abrir mão de multas e juros. Ele preferiu fazer a conta ao contrário. Disse que pode haver arrecadação de<strong>&nbsp;R$ 50 bilhões</strong>&nbsp;com o novo modelo.</p>



<p>“Acho que é possível mirar esse valor”, afirmou, repetindo que a intenção da MP era corrigir distorções no âmbito do Carf.</p>



<p>Além de excluir multas e juros, o acordo firmado entre Ministério da Fazenda e OAB também prevê o&nbsp;<strong>uso de precatório</strong>,<strong>&nbsp;prejuízo fiscal</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>base negativa de CSLL</strong>&nbsp;do próprio contribuinte, de controlada ou controladora ou empresas relacionadas para os pagamentos ao governo.</p>



<p>Com esses recursos, os desembolsos pelos contribuintes ficam ainda menores. Advogados dizem que há casos em que o valor a ser pago pode ficar em torno de&nbsp;<strong>10%</strong>&nbsp;do total (considerando, aqui, também a exclusão de multas e juros).</p>



<p>Esse seria o cenário mais vantajoso. Poderia ser aproveitado pelos contribuintes que informarem à Fazenda Nacional, num prazo de até três meses, que querem quitar o débito. Nesse caso, haveria a opção de parcelar o valor em 12 meses.</p>



<p>Quem preferir levar as discussões do Carf para o Judiciário perde o direito à exclusão dos juros. Só a exclusão das multas continuaria valendo.</p>



<p>Esse acordo não tem efeito imediato. Depende da validação do Congresso ou de uma decisão do STF na ação movida pelo Conselho Federal da OAB &#8211; ADI 7347.</p>



<p>Já há articulação do grupo nesse sentido. Ontem, o presidente da Ordem dos Advogados,&nbsp;<strong>José Alberto Simonetti</strong>, e o ministro&nbsp;<strong>Fernando Haddad</strong>&nbsp;levaram o acordo ao relator da ação, ministro&nbsp;<strong>Dias Toffoli</strong>.</p>



<p>A OAB apresentou petição, além disso, pedindo a concessão de medida cautelar nos termos no acordo. O&nbsp;<strong>Valor</strong>&nbsp;apurou que Toffoli foi receptivo e deve publicar decisão, atendendo o pedido, ainda nesta semana.</p>



<p>Há articulação também no Congresso. O acordo será levado aos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Além disso, segundo interlocutores, o governo deve apresentar uma emenda à MP.</p>



<p>O voto de qualidade é aplicado quando um julgamento no Carf termina em empate. Por esse critério, o presidente da turma &#8211; sempre um conselheiro indicado pelo Fisco nacional &#8211; é quem tem o poder de decisão.</p>



<p>Essa sistemática havia sido extinta em abril de 2020 por conta de uma mudança legislativa. A Lei nº 13.988, aprovada pelo Congresso e sancionada pela presidência da República, passou a prever que em caso de empate o contribuinte teria a vitória.</p>



<p>A reviravolta veio em janeiro, com a publicação da Medida Provisória nº 1.160, e desde então, vem gerando muita confusão e polêmica. Diversos contribuintes recorreram à Justiça par retirar os seus casos da pauta do Carf até que houvesse uma definição em torno da Medida Provisória.</p>



<p>Advogados de contribuintes dizem que os casos mais caros aos contribuintes geralmente terminam em empate e o voto de qualidade aumenta muito as chances de derrota.</p>



<p>A&nbsp;<a href="https://valor.globo.com/empresas/valor-empresas-360/petrobras?360&amp;interno_origem=multicontent" target="_blank" rel="noopener"><strong>Petrobras</strong></a>&nbsp;foi uma das primeiras empresas a experimentar esse efeito, no começo do mês, quando o Carf iniciou os julgamentos deste ano. A 1ª Turma da Câmara Superior manteve, por voto de qualidade, duas autuações que, originalmente, somam R$ 5,4 bilhões.</p>



<p>“Chegamos a uma situação intermediária, que mantém o voto de qualidade e também dá vantagens aos contribuintes. Deste modo, saímos do impasse”, diz Simonetti, presidente do Conselho Federal da OAB, sobre o acordo com o governo federal.</p>



<p>O advogado Marcus Vinícius Furtado Coelho, que representou a OAB nas negociações, complementa que o Brasil necessita da construção de consensos e de pacificação. “Este é um momento histórico de diálogo institucional de alto nível, preservando os interesses públicos e as garantias dos contribuintes”, diz.</p>



<p>Não há unanimidade entre advogados de contribuintes, no entanto, em relação a esse acordo. Parte dos especialistas não quer a volta do voto de qualidade de jeito nenhum. Afirmam que o Congresso derrubou essa sistemática há pouquíssimo tempo e dizem que uma nova alteração gera insegurança jurídica.</p>



<p>Para esse grupo, além disso, havia chances de o Congresso derrubar a MP que foi publicada pelo governo em abril.</p>



<p>Há uma outra corrente que “tolera” o voto de qualidade. Mas entende que a volta dessa sistemática só deveria ser possível se os contribuintes derrotados pudessem recorrer das decisões à Justiça sem a necessidade de apresentar garantia. Hoje, para discutir uma cobrança chancelada pelo Carf, é preciso depositar valores ou apresentar seguro ou carta-fiança.</p>



<p>Um terceiro grupo, mais moderado, acredita numa solução de meio termo e apoia o acordo capitaneado pelo Conselho Federal da OAB.</p>



<p>Fonte: Valor Econômico, 15/02/2023 &#8211; valor.globo.com</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://perottoniadvogados.com.br/2023/02/15/acordo-sobre-mp-do-carf-pode-livrar-contribuinte-de-pagar-multas-e-juros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
